quinta-feira, 24 de julho de 2014

O Feitiço tem olhos enfeitiçados...

...isto é, estrábicos. O oftalmologista disse que as probabilidades de corrigir o problema totalmente são grandes, por o estrabismo ter sido detetado cedo. De qualquer maneira, recomendou-nos uma oftalmologista especialista em estrabismo (a especialidade dentro da especialidade!) e já marcámos consulta para o Feitiço, para agosto.

P.S. - Fazer testes aos olhos ("jogos") a um Feitiço "ressacado" da noite anterior e muito, mas muito mesmo, rabugento, não foi pera doce, não, senhores.

O Feitiço tem olhos enfeitiçados...

...isto é, estrábicos. O oftalmologista disse que as probabilidades de corrigir o problema totalmente são grandes, por o estrabismo ter sido detetado cedo. De qualquer maneira, recomendou-nos uma oftalmologista especialista em estrabismo (a especialidade dentro da especialidade!) e já marcámos consulta para o Feitiço, para agosto.

P.S. - Fazer testes aos olhos ("jogos") a um Feitiço "ressacado" da noite anterior e muito, mas muito mesmo, rabugento, não foi pera doce, não, senhores.

Depois da Vassoura, o Feitiço

A Vassoura dormiu com um alguidar ao lado da cama, just in case lhe desse para voltar a vomitar esta noite. Mas não, não vomitou - a Vassoura. O Feitiço substituiu-a nessa atividade.

Estou mentalizada e até "avisei" a Varinha que na próxima noite será ela a vomitar. Respondeu-me com um sorriso surpreendido e otimismo:

- Não, eu não vou vomitar!

Espero que não, Varinha, espero que não! (Até porque sobra para mim e eu reajo muito mal à tortura do sono)

Depois da Vassoura, o Feitiço

A Vassoura dormiu com um alguidar ao lado da cama, just in case lhe desse para voltar a vomitar esta noite. Mas não, não vomitou - a Vassoura. O Feitiço substituiu-a nessa atividade.

Estou mentalizada e até "avisei" a Varinha que na próxima noite será ela a vomitar. Respondeu-me com um sorriso surpreendido e otimismo:

- Não, eu não vou vomitar!

Espero que não, Varinha, espero que não! (Até porque sobra para mim e eu reajo muito mal à tortura do sono)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Vassoura em manutenção

Ontem à noite a Vassoura vomitou e descansou muito pouco. Hoje, apesar de ter acordado na altura dos irmãos (aproximadamente 7h), estava tão cansada que voltou para a cama, sem comer. Acordou às 13h! Aos poucos, experimentou comer qualquer coisinha. Ainda não está totalmente recuperada, mas já tem boa cara. O que quer que fosse, parece que já se foi!

Adenda (20:49h): Jantou uma colher de sopa e queixou-se de dor de barriga. Vamos ver como decorre a noite...

Vassoura em manutenção

Ontem à noite a Vassoura vomitou e descansou muito pouco. Hoje, apesar de ter acordado na altura dos irmãos (aproximadamente 7h), estava tão cansada que voltou para a cama, sem comer. Acordou às 13h! Aos poucos, experimentou comer qualquer coisinha. Ainda não está totalmente recuperada, mas já tem boa cara. O que quer que fosse, parece que já se foi!

Adenda (20:49h): Jantou uma colher de sopa e queixou-se de dor de barriga. Vamos ver como decorre a noite...

Há diminutivos melhores...

Os meus filhos tratam-me, na maioria das vezes, por "mamã". Ocasionalmente, usam a versão inglesa: "mummy". O pior, na minha opinião, é quando acrescentam um carinhoso sufixo português ("-inha") à versão inglesa, o que soa a "maminha".

Ontem, quando eles estavam deitados, a Varinha começou a chamar-me utilizando a última versão que referi, separando bem as sílabas:

Varinha: Maa-mii-nhaa! Maa-mii-nhaa!

A certa altura o irmão resolveu juntar-se à "festa", mas à maneira dele, claro.

Feitiço: Maa-moo-caa! Maa-moo-caa!

...

Há diminutivos melhores...

Os meus filhos tratam-me, na maioria das vezes, por "mamã". Ocasionalmente, usam a versão inglesa: "mummy". O pior, na minha opinião, é quando acrescentam um carinhoso sufixo português ("-inha") à versão inglesa, o que soa a "maminha".

Ontem, quando eles estavam deitados, a Varinha começou a chamar-me utilizando a última versão que referi, separando bem as sílabas:

Varinha: Maa-mii-nhaa! Maa-mii-nhaa!

A certa altura o irmão resolveu juntar-se à "festa", mas à maneira dele, claro.

Feitiço: Maa-moo-caa! Maa-moo-caa!

...

terça-feira, 22 de julho de 2014

Amizades blogosféricas

O que é uma amizade? Uuuii! Questão filosófica..., à qual não dedicarei muito tempo! Basicamente (e sem pormenores), é uma relação em que as duas pessoas se preocupam uma com a outra, querem saber uma da outra, desejam o melhor uma à outra, gostam de estar juntas, não é? Há também a questão de "estarem lá" uma para a outra, mesmo que a distância as impeça de se encontrarem, ouvindo desabafos, dando conselhos...

Na minha vida tenho algumas Amigas com A maiúsculo (o tamanho da letra é que não é necessariamente igual), mas este post não lhes é dedicado. Desculpem!

Este post é dedicado às minhas amigas blogosféricas. Apercebi-me que a minha relação com os autores dos blogues que sigo (independentemente de seguir oficialmente ou não) difere bastante de blogue para blogue. Alguns blogues eu sigo porque admiro o seu conteúdo, outros porque me divertem, outros por pura curiosidade, outros ainda por uma conjugação de vários fatores.

Mas há dois ou três blogues que eu sinto serem o blog next door, da minha vizinha (com a triste particularidade de eu me sentir mais próxima das autoras do que das minhas vizinhas). Destes blogues, um destaca-se, atualmente, e eu estou desde o início do post indecisa entre mencioná-lo ou não.

Decidi que sim. É o blogue da Escondida. Sinto (posso estar errada) que há reciprocidade, em parte pelas afinidades. Ambas temos uma filha que passou para o terceiro ano e um filho de quatro anos (eu tenho outra filha, mas não faz mal!), ambas temos os pés assentes na terra e ambas escrevemos de forma simples o que acontece ou nos passa pela cabeça (dentro do publicável).

Quem segue o meu blogue e lê os comentários, já conhece a Escondida, não é verdade?

Amizades blogosféricas

O que é uma amizade? Uuuii! Questão filosófica..., à qual não dedicarei muito tempo! Basicamente (e sem pormenores), é uma relação em que as duas pessoas se preocupam uma com a outra, querem saber uma da outra, desejam o melhor uma à outra, gostam de estar juntas, não é? Há também a questão de "estarem lá" uma para a outra, mesmo que a distância as impeça de se encontrarem, ouvindo desabafos, dando conselhos...

Na minha vida tenho algumas Amigas com A maiúsculo (o tamanho da letra é que não é necessariamente igual), mas este post não lhes é dedicado. Desculpem!

Este post é dedicado às minhas amigas blogosféricas. Apercebi-me que a minha relação com os autores dos blogues que sigo (independentemente de seguir oficialmente ou não) difere bastante de blogue para blogue. Alguns blogues eu sigo porque admiro o seu conteúdo, outros porque me divertem, outros por pura curiosidade, outros ainda por uma conjugação de vários fatores.

Mas há dois ou três blogues que eu sinto serem o blog next door, da minha vizinha (com a triste particularidade de eu me sentir mais próxima das autoras do que das minhas vizinhas). Destes blogues, um destaca-se, atualmente, e eu estou desde o início do post indecisa entre mencioná-lo ou não.

Decidi que sim. É o blogue da Escondida. Sinto (posso estar errada) que há reciprocidade, em parte pelas afinidades. Ambas temos uma filha que passou para o terceiro ano e um filho de quatro anos (eu tenho outra filha, mas não faz mal!), ambas temos os pés assentes na terra e ambas escrevemos de forma simples o que acontece ou nos passa pela cabeça (dentro do publicável).

Quem segue o meu blogue e lê os comentários, já conhece a Escondida, não é verdade?

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Uma família diferente, uma família igual

Alguma vez pensaram em adotar uma criança? Sim, mas têm medo? Não, mas têm curiosidade? Então, vão a este blogue:

Adoptar Amar Viver

Uma família diferente, uma família igual

Alguma vez pensaram em adotar uma criança? Sim, mas têm medo? Não, mas têm curiosidade? Então, vão a este blogue:

Adoptar Amar Viver

sábado, 19 de julho de 2014

M.E.M.

Cheguei a casa vinda de um congresso de professores, em Lisboa, cansada, mas muito contente por pertencer ao Movimento da Escola Moderna. Aprende-se tanto com a partilha dos outros! Comprometi-me a partilhar algo (da minha prática pedagógica) no próximo congresso anual. Quero cumprir!

M.E.M.

Cheguei a casa vinda de um congresso de professores, em Lisboa, cansada, mas muito contente por pertencer ao Movimento da Escola Moderna. Aprende-se tanto com a partilha dos outros! Comprometi-me a partilhar algo (da minha prática pedagógica) no próximo congresso anual. Quero cumprir!

sábado, 12 de julho de 2014

Mauzinho(s)!

Rogério [para Varinha, que estava muito fiteira]: Precisas de uma palmada para lavares os dentes?
Feitiço: Eu acho que precisa. Precisa mesmo, papá!

Para quem ficou na dúvida e a pensar nisso, não, não levou uma palmada.

Mauzinho(s)!

Rogério [para Varinha, que estava muito fiteira]: Precisas de uma palmada para lavares os dentes?
Feitiço: Eu acho que precisa. Precisa mesmo, papá!

Para quem ficou na dúvida e a pensar nisso, não, não levou uma palmada.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ainda bem que não sigo a Pipoca

Refiro-me ao blogue que mais seguidores tem, em Portugal: "A Pipoca mais doce".

Eu acho que a Pipoca escreve bem, aliás, muito bem, e com bastante humor. Gosto de a ler. Nem sempre os assuntos me interessam, é um facto, mas não é por isso que digo que ainda bem que não a sigo.

O problema divide-se em duas partes:
  • primeira parte: a Pipoca escreve muito (o que é bom para quem gosta de a ler, dirão vocês - como é que isso pode ser um problema?);
  • segunda parte: os posts têm sempre muitos comentários.
As duas partes pertencem ao mesmo problema, dizia eu, e o problema é que, quando lá vou, gasto sempre imenso tempo a ler tudo (relativo a um ou dois posts apenas!).

Por isso, se eu seguisse a Pipoca e os seus posts surgissem no meu blogue, naqueles sítios onde aparecem para abrir o apetite para a sua leitura, iria muito mais vezes visitá-la, e iria gastar diariamente muito mais tempo nessa atividade. Atualmente, só lá vou a partir de outros blogues e assim vou continuar.

Ainda bem que não sigo a Pipoca

Refiro-me ao blogue que mais seguidores tem, em Portugal: "A Pipoca mais doce".

Eu acho que a Pipoca escreve bem, aliás, muito bem, e com bastante humor. Gosto de a ler. Nem sempre os assuntos me interessam, é um facto, mas não é por isso que digo que ainda bem que não a sigo.

O problema divide-se em duas partes:
  • primeira parte: a Pipoca escreve muito (o que é bom para quem gosta de a ler, dirão vocês - como é que isso pode ser um problema?);
  • segunda parte: os posts têm sempre muitos comentários.
As duas partes pertencem ao mesmo problema, dizia eu, e o problema é que, quando lá vou, gasto sempre imenso tempo a ler tudo (relativo a um ou dois posts apenas!).

Por isso, se eu seguisse a Pipoca e os seus posts surgissem no meu blogue, naqueles sítios onde aparecem para abrir o apetite para a sua leitura, iria muito mais vezes visitá-la, e iria gastar diariamente muito mais tempo nessa atividade. Atualmente, só lá vou a partir de outros blogues e assim vou continuar.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Alheia ao Mundial #2

OK, não tão alheia quanto isso!

Ontem vi o fim da primeira parte do jogo entre a Alemanha e o Brasil, desliguei a televisão, desliguei o computador, preparei-me para ir para a cama, e quando dei conta que já só faltavam dez minutos para o fim do jogo, resolvi ligar novamente a televisão e ver o fim do jogo. Estava com o palpite que o Brasil teria marcado um ou dois golos por aquela altura, mas não, a Alemanha é que já levava 7 golos no marcador. Vi o golo do Brasil aos 90 minutos e depois, em vez de desligar a televisão, ainda fiquei a vegetar no sofá mais uns três quartos de hora antes de ir para a cama.

Confissão: antes do jogo, se me perguntassem que equipa preferiria que ganhasse, diria: "Brasil". Se me perguntassem que equipa achava que iria ganhar, diria: "Alemanha" - sem grandes certezas, diga-se de passagem.

Confissão mesmo confissão: quando o Brasil estava a perder por 5 a zero, aos 30 minutos de jogo, parte de mim ficou contente, porque se tornou evidente que qualquer equipa pode ter uma derrota estrondosa (pelo menos contra a Alemanha)... o que amenizou os 4 golos sofridos por Portugal na fase de grupos.

Lembrança: até agora, neste Mundial, só o Gana não perdeu com a Alemanha (embora só tenha tido um ponto e não tenha passado a fase de grupos)!

Conclusão: no futebol, tudo pode acontecer.

Alheia ao Mundial #2

OK, não tão alheia quanto isso!

Ontem vi o fim da primeira parte do jogo entre a Alemanha e o Brasil, desliguei a televisão, desliguei o computador, preparei-me para ir para a cama, e quando dei conta que já só faltavam dez minutos para o fim do jogo, resolvi ligar novamente a televisão e ver o fim do jogo. Estava com o palpite que o Brasil teria marcado um ou dois golos por aquela altura, mas não, a Alemanha é que já levava 7 golos no marcador. Vi o golo do Brasil aos 90 minutos e depois, em vez de desligar a televisão, ainda fiquei a vegetar no sofá mais uns três quartos de hora antes de ir para a cama.

Confissão: antes do jogo, se me perguntassem que equipa preferiria que ganhasse, diria: "Brasil". Se me perguntassem que equipa achava que iria ganhar, diria: "Alemanha" - sem grandes certezas, diga-se de passagem.

Confissão mesmo confissão: quando o Brasil estava a perder por 5 a zero, aos 30 minutos de jogo, parte de mim ficou contente, porque se tornou evidente que qualquer equipa pode ter uma derrota estrondosa (pelo menos contra a Alemanha)... o que amenizou os 4 golos sofridos por Portugal na fase de grupos.

Lembrança: até agora, neste Mundial, só o Gana não perdeu com a Alemanha (embora só tenha tido um ponto e não tenha passado a fase de grupos)!

Conclusão: no futebol, tudo pode acontecer.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

domingo, 6 de julho de 2014

Autonomia

Feitiço: Quero tomar banho sozinho.
Eu: Está bem.
Feitiço: Mas eu quero ajuda para tomar banho sozinho!
:-)

Autonomia

Feitiço: Quero tomar banho sozinho.
Eu: Está bem.
Feitiço: Mas eu quero ajuda para tomar banho sozinho!
:-)

Palavras by Feitiço

tástua (estátua)
mamocas do rabo (nádegas)

Palavras by Feitiço

tástua (estátua)
mamocas do rabo (nádegas)

Estou contentíssima!

Este está a ser dos melhores invernos de que tenho memória!

...

Estou contentíssima!

Este está a ser dos melhores invernos de que tenho memória!

...

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O elevador do nariz

O Feitiço fica facilmente constipado e do nariz ranhoso a uma otite, é só um pulinho. (Não contei aqui, mas depois de uma otite no fim de maio, teve outra em junho.)

Eu e o Rogério tentamos que o Feitiço mantenha uma boa higiene nasal. Nem deveria ser necessário pôr-lhe soro fisiológico no nariz, pois ele sabe assoar-se, mas pomos à mesma, já que raramente se assoa como deve ser (muito barulho e pouca eficiência, é o que vos digo).

Ontem, o Rogério disse ao Feitiço que, se ele não se assoasse, se calhar teríamos de lhe limpar o nariz com um aspirador de narizes (coisa que temos, mas que não usamos há muuuuito tempo). O Feitiço riu-se, pois achou piada à mímica que o pai fez da aspiradela do nariz, e depois de uma recusa inicial, acabou por dizer:

- Está bem, o papá pode limpar o nariz com o elevador!

Como o Feitiço entretanto se assoou, não utilizámos o aspirador. Já agora, acham que nos devemos preocupar com a validade do dito cujo?

O elevador do nariz

O Feitiço fica facilmente constipado e do nariz ranhoso a uma otite, é só um pulinho. (Não contei aqui, mas depois de uma otite no fim de maio, teve outra em junho.)

Eu e o Rogério tentamos que o Feitiço mantenha uma boa higiene nasal. Nem deveria ser necessário pôr-lhe soro fisiológico no nariz, pois ele sabe assoar-se, mas pomos à mesma, já que raramente se assoa como deve ser (muito barulho e pouca eficiência, é o que vos digo).

Ontem, o Rogério disse ao Feitiço que, se ele não se assoasse, se calhar teríamos de lhe limpar o nariz com um aspirador de narizes (coisa que temos, mas que não usamos há muuuuito tempo). O Feitiço riu-se, pois achou piada à mímica que o pai fez da aspiradela do nariz, e depois de uma recusa inicial, acabou por dizer:

- Está bem, o papá pode limpar o nariz com o elevador!

Como o Feitiço entretanto se assoou, não utilizámos o aspirador. Já agora, acham que nos devemos preocupar com a validade do dito cujo?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

"São twinnies"!

Ontem fizeram 11 anos as filhas de um casal amigo. Parabéns, mais uma vez!

Hoje recordei dois momentos que se passaram antes do nascimento e apetece-me registá-los (até porque não tenho energia mental para outros posts).

Antes da C. estar grávida, mas sabendo eu que andavam a tentar, sempre que nos encontrávamos eu fazia a pergunta que não se deve fazer a quem está nessa situação: "Então, há novidades?". A resposta era sempre negativa. Até que um dia, ao entrar no carro, cumprimentei a minha amiga e não fiz a pergunta do costume. Aí, diz-me ela: "Então, hoje não me perguntas se há novidades?"... E havia, claro! :-)

Algum (pouco) tempo depois, estava eu na escola, quando recebo uma mensagem no telemóvel: "São twinnies!"

Adorei a forma como me informou que eram gémeos (gémeas, veio a verificar-se), porque aludia ao jogo de cartas que jogávamos nos intervalos das aulas, em que, sempre que colocávamos uma carta por cima de outra igual, dizíamos que eram "twinnies" (acho que primeiro dizíamos "twins", mas depois o outro nome "pegou")...

Não tenho muitas certezas neste mundo, mas uma das que tenho é que, se o sonho que contei aqui se tornasse realidade, esta minha amiga seria informada exatamente da mesma maneira. Combinado?

"São twinnies"!

Ontem fizeram 11 anos as filhas de um casal amigo. Parabéns, mais uma vez!

Hoje recordei dois momentos que se passaram antes do nascimento e apetece-me registá-los (até porque não tenho energia mental para outros posts).

Antes da C. estar grávida, mas sabendo eu que andavam a tentar, sempre que nos encontrávamos eu fazia a pergunta que não se deve fazer a quem está nessa situação: "Então, há novidades?". A resposta era sempre negativa. Até que um dia, ao entrar no carro, cumprimentei a minha amiga e não fiz a pergunta do costume. Aí, diz-me ela: "Então, hoje não me perguntas se há novidades?"... E havia, claro! :-)

Algum (pouco) tempo depois, estava eu na escola, quando recebo uma mensagem no telemóvel: "São twinnies!"

Adorei a forma como me informou que eram gémeos (gémeas, veio a verificar-se), porque aludia ao jogo de cartas que jogávamos nos intervalos das aulas, em que, sempre que colocávamos uma carta por cima de outra igual, dizíamos que eram "twinnies" (acho que primeiro dizíamos "twins", mas depois o outro nome "pegou")...

Não tenho muitas certezas neste mundo, mas uma das que tenho é que, se o sonho que contei aqui se tornasse realidade, esta minha amiga seria informada exatamente da mesma maneira. Combinado?

sábado, 28 de junho de 2014

Uma mentira que dá que pensar

Não sei se leram alguma coisa sobre a alegada expulsão de uma menina com cicatrizes de um restaurante da cadeia KFC. Segundo este artigo, parece que a avó da criança inventou o acontecimento para receber ajuda monetária para a neta.

Se realmente é mentira, é uma mentira grave, claro, e não aprovo a conduta da avó. Mas a verdade é que depois da notícia ter sido publicada (e a facilidade com que se publicam mentiras é impressionante), a família da criança recebeu [e agora vai em inglês, sem tradução] an outpouring of support and donations, which included free reconstructive surgeries from doctors and a $30,000 donation from the KFC corporation

E o que me faz pensar é isto: quando a notícia do ataque do cão à menina foi publicada, não houve médicos a oferecer cirurgias reconstrutivas gratuitas, nem solidariedade "palpável" da sociedade em geral. Foi preciso uma história de discriminação num restaurante famoso (não o posso provar, mas duvido que a notícia tivesse tido o mesmo impacto se fosse num restaurante único e modesto) para que surgisse uma onda de solidariedade desta dimensão.

Quem fica bem nesta história é a cadeia de restaurantes KFC, que, antes mesmo de investigar os contornos e a veracidade da história, contribuiu com uma boa quantia. É claro que se o fez foi porque podia, financeiramente, e porque são experientes nestas coisas... Independentemente de se poder vir a descobrir e provar que tudo era mentira, o nome da companhia ficou desde o início relativamente bem visto por causa da contribuição e da declaração que fizeram na altura. Com estas medidas, conseguiram que a revolta das pessoas fosse canalizada para o alegado funcionário que cometeu a discriminação e não para a inteira cadeia KFC.

P.S. - Não sou cliente KFC. O cheiro enjoa-me desde a primeira e única vez que entrei num KFC, nos EUA.

Uma mentira que dá que pensar

Não sei se leram alguma coisa sobre a alegada expulsão de uma menina com cicatrizes de um restaurante da cadeia KFC. Segundo este artigo, parece que a avó da criança inventou o acontecimento para receber ajuda monetária para a neta.

Se realmente é mentira, é uma mentira grave, claro, e não aprovo a conduta da avó. Mas a verdade é que depois da notícia ter sido publicada (e a facilidade com que se publicam mentiras é impressionante), a família da criança recebeu [e agora vai em inglês, sem tradução] an outpouring of support and donations, which included free reconstructive surgeries from doctors and a $30,000 donation from the KFC corporation

E o que me faz pensar é isto: quando a notícia do ataque do cão à menina foi publicada, não houve médicos a oferecer cirurgias reconstrutivas gratuitas, nem solidariedade "palpável" da sociedade em geral. Foi preciso uma história de discriminação num restaurante famoso (não o posso provar, mas duvido que a notícia tivesse tido o mesmo impacto se fosse num restaurante único e modesto) para que surgisse uma onda de solidariedade desta dimensão.

Quem fica bem nesta história é a cadeia de restaurantes KFC, que, antes mesmo de investigar os contornos e a veracidade da história, contribuiu com uma boa quantia. É claro que se o fez foi porque podia, financeiramente, e porque são experientes nestas coisas... Independentemente de se poder vir a descobrir e provar que tudo era mentira, o nome da companhia ficou desde o início relativamente bem visto por causa da contribuição e da declaração que fizeram na altura. Com estas medidas, conseguiram que a revolta das pessoas fosse canalizada para o alegado funcionário que cometeu a discriminação e não para a inteira cadeia KFC.

P.S. - Não sou cliente KFC. O cheiro enjoa-me desde a primeira e única vez que entrei num KFC, nos EUA.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ups! She did it again!

Lembram-se disto?

Repetiu o feito, hoje.

Para ser totalmente justa, não foi bem a mesma coisa. Desta vez, como não apareceu na altura marcada para todos os encarregados de educação, propus que propusesse a hora que lhe dava jeito. Respondeu-me que só poderia a certa hora (depois do trabalho), no dia que eu dissesse. Marquei então para hoje, para a hora que me dizia ser a única possível. Pedi-lhe apenas para confirmar (por email ou por sms) que viria (para não ficar em vão à espera dela. É aqui que está a diferença em relação à vez anterior, pois ela realmente não confirmou. Mas, bolas, se estivesse interessada teria lido o mail e respondido que hoje, afinal, não poderia! - ou sou eu que sou uma exagerada?)

Como tinha outra mãe com quem precisava de marcar, marquei para a mesma hora. E ainda bem que o fiz, pois assim não esperei em vão!

Ups! She did it again!

Lembram-se disto?

Repetiu o feito, hoje.

Para ser totalmente justa, não foi bem a mesma coisa. Desta vez, como não apareceu na altura marcada para todos os encarregados de educação, propus que propusesse a hora que lhe dava jeito. Respondeu-me que só poderia a certa hora (depois do trabalho), no dia que eu dissesse. Marquei então para hoje, para a hora que me dizia ser a única possível. Pedi-lhe apenas para confirmar (por email ou por sms) que viria (para não ficar em vão à espera dela. É aqui que está a diferença em relação à vez anterior, pois ela realmente não confirmou. Mas, bolas, se estivesse interessada teria lido o mail e respondido que hoje, afinal, não poderia! - ou sou eu que sou uma exagerada?)

Como tinha outra mãe com quem precisava de marcar, marquei para a mesma hora. E ainda bem que o fiz, pois assim não esperei em vão!

Aprovação filial

Hoje vesti uma camisa que tem uma fita para apertar à cintura. Quando ainda não a tinha apertado, passou-se esta conversa:

Feitiço: Falta dares um nó.
Eu [enquanto apertava]: Não é um nó, é um laço.
Feitiço [quando acabei de dar o laço, em jeito de aprovação]: Perfeita! [E deu-me um abraço.]

Aprovação filial

Hoje vesti uma camisa que tem uma fita para apertar à cintura. Quando ainda não a tinha apertado, passou-se esta conversa:

Feitiço: Falta dares um nó.
Eu [enquanto apertava]: Não é um nó, é um laço.
Feitiço [quando acabei de dar o laço, em jeito de aprovação]: Perfeita! [E deu-me um abraço.]

Sonhos #27

Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!

Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).

Sonhos #27

Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!

Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Construção de uma igreja - projeto concluído

Depois da igreja que a Varinha construiu,  há tempos, com a minha ajuda, o Feitiço pediu-me ajuda para construir uma igreja (a bem da verdade, ele pediu-me foi para o ajudar a construir uma "Missa"). Anteontem, como vos disse, fizemos o chão. Ontem, fizemos o resto. O resultado foi este:











Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!

P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...

Construção de uma igreja - projeto concluído

Depois da igreja que a Varinha construiu,  há tempos, com a minha ajuda, o Feitiço pediu-me ajuda para construir uma igreja (a bem da verdade, ele pediu-me foi para o ajudar a construir uma "Missa"). Anteontem, como vos disse, fizemos o chão. Ontem, fizemos o resto. O resultado foi este:











Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!

P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...

domingo, 22 de junho de 2014

A minha profissão é das melhores do mundo #2

...porque na véspera de ir de mini-férias (e indo faltar dois dias à escola), uma aluna disse-me: "Eu vou ter muitas saudades tuas!"

[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]

A minha profissão é das melhores do mundo #2

...porque na véspera de ir de mini-férias (e indo faltar dois dias à escola), uma aluna disse-me: "Eu vou ter muitas saudades tuas!"

[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]

sábado, 21 de junho de 2014

Construção de uma igreja

Escrevo este post precocemente. A dita igreja, a construir com peças de Lego, ainda só tem o chão.

Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.

Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).

Construção de uma igreja

Escrevo este post precocemente. A dita igreja, a construir com peças de Lego, ainda só tem o chão.

Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.

Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Para a Varinha e não só

A Varinha ouviu um aluno crescido da sua escola a cantar esta canção e ficou fã. Agora só diz: "Gosto tanto desta canção, tanto, tanto..."

Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)

Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986


Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.


Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).


Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).


Quinta e última versão (last but not least), também ligeiramente adulterada: Star Wars Edition (dedico esta ao Rogério, que é fã da saga).


Se acaso ouviram todas ou um bocadinho de todas, qual a vossa preferida?

Para a Varinha e não só

A Varinha ouviu um aluno crescido da sua escola a cantar esta canção e ficou fã. Agora só diz: "Gosto tanto desta canção, tanto, tanto..."

Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)

Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986


Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.


Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).


Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).


Quinta e última versão (last but not least), também ligeiramente adulterada: Star Wars Edition (dedico esta ao Rogério, que é fã da saga).


Se acaso ouviram todas ou um bocadinho de todas, qual a vossa preferida?

González vs. Estivill (faz de conta que é sobre eles)

O blogue "Pais de Quatro" tem, de tempos a tempos, umas discussões interessantes lançadas pelo JMT, mas que aquecem mesmo é na caixa de comentários. Na maior parte das vezes, eu opto por não entrar na guerra. Hoje, quis comentar.

Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!

Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.

Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".

E por que razão digo isto?

Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.

No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]

No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!

Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!

Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...

Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?

Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?

Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...

... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.

... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]

Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.

*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:


González vs. Estivill (faz de conta que é sobre eles)

O blogue "Pais de Quatro" tem, de tempos a tempos, umas discussões interessantes lançadas pelo JMT, mas que aquecem mesmo é na caixa de comentários. Na maior parte das vezes, eu opto por não entrar na guerra. Hoje, quis comentar.

Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!

Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.

Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".

E por que razão digo isto?

Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.

No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]

No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!

Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!

Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...

Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?

Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?

Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...

... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.

... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]

Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.

*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:


Adiós, piolhitos!

Para matar as lêndeas, pedi na farmácia o produto "Seta", que já tínhamos usado noutra altura e que foi recomendado pela Teresa Power, mas estava esgotado.

Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.

À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!

Licinin

Tiox

Adiós, piolhitos!

Para matar as lêndeas, pedi na farmácia o produto "Seta", que já tínhamos usado noutra altura e que foi recomendado pela Teresa Power, mas estava esgotado.

Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.

À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!

Licinin

Tiox

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Alheia ao Mundial

Pois que até nem queria estar, mas estou.

Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...

Alheia ao Mundial

Pois que até nem queria estar, mas estou.

Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...

domingo, 15 de junho de 2014

Não há fumo sem fogo...

... nem lêndeas sem piolhos.

Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.

Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!

Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.

Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!

Não há fumo sem fogo...

... nem lêndeas sem piolhos.

Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.

Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!

Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.

Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!

sábado, 14 de junho de 2014

A Escola no Hospital

Graças a uma amiga e leitora deste blogue, fiquei a conhecer mais um blogue:

http://aescolanohospital.blogspot.pt/

Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]

Espreitem...

*Para quem não conheça estas iniciais:

CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil

**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...

A Escola no Hospital

Graças a uma amiga e leitora deste blogue, fiquei a conhecer mais um blogue:

http://aescolanohospital.blogspot.pt/

Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]

Espreitem...

*Para quem não conheça estas iniciais:

CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil

**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...

Sonhos #26

Desde a última vez que vos contei um sonho, tive vários sonhos...

Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...

Sonhos #26

Desde a última vez que vos contei um sonho, tive vários sonhos...

Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...

Adivinha #1

- Que nome se dá a um transporte não cozinhado?
- Eléti-cru!*

*Feitiço dixit, obviamente.

[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]

Adivinha #1

- Que nome se dá a um transporte não cozinhado?
- Eléti-cru!*

*Feitiço dixit, obviamente.

[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Uma Família Católica

Há alguns meses espreitei o blogue de que vos vou falar, a partir de um outro (o Pais de Quatro), e gostei, mas, não sei porquê, não voltei lá durante uns tempos. Pode ter sido simplesmente porque não o adicionei logo aos favoritos e "longe da vista, longe do coração"...

No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.

O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)

Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:

Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.

Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...

Uma Família Católica

Há alguns meses espreitei o blogue de que vos vou falar, a partir de um outro (o Pais de Quatro), e gostei, mas, não sei porquê, não voltei lá durante uns tempos. Pode ter sido simplesmente porque não o adicionei logo aos favoritos e "longe da vista, longe do coração"...

No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.

O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)

Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:

Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.

Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Desvantagens de uma boa memória

Na minha descrição, aqui no blogue, digo que tenho "uma excelente memória (seletiva)". Digo-o, porque é verdade (especialmente a parte em que assumo que é seletiva).

A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:

"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(

Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.

Certo.

Ontem foi um desses dias:

- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.

Não disse nada***.

- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.

Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).

:-(

*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]

**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]

***[Acham que este post conta?]

Desvantagens de uma boa memória

Na minha descrição, aqui no blogue, digo que tenho "uma excelente memória (seletiva)". Digo-o, porque é verdade (especialmente a parte em que assumo que é seletiva).

A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:

"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(

Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.

Certo.

Ontem foi um desses dias:

- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.

Não disse nada***.

- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.

Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).

:-(

*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]

**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]

***[Acham que este post conta?]

domingo, 1 de junho de 2014

A Primeira Comunhão e o Crisma da Vassoura

Foi no domingo passado. A Vassoura leu a 2ª leitura, muito bem, diga-se de passagem, e portou-se como gostaria que se portasse sempre...

O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...

A Primeira Comunhão e o Crisma da Vassoura

Foi no domingo passado. A Vassoura leu a 2ª leitura, muito bem, diga-se de passagem, e portou-se como gostaria que se portasse sempre...

O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Parte de uma oração do Feitiço #3

"Ajuda-me a ser bom para a Varinha, e a não dizer que ela é malfeitora*. Ajuda a Varinha a não gritar, porque quando ela grita dói a cabeça à mamã..."

*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]

Parte de uma oração do Feitiço #3

"Ajuda-me a ser bom para a Varinha, e a não dizer que ela é malfeitora*. Ajuda a Varinha a não gritar, porque quando ela grita dói a cabeça à mamã..."

*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]

Ao meu novo visitante (e velho amigo)

Quando quiseres deixar um comentário, antes de começares a escrever seleciona, onde diz "Comentar como", a opção "Anónimo". Depois escreves. No fim, clicas em publicar. É simples! :-)

Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...

Ao meu novo visitante (e velho amigo)

Quando quiseres deixar um comentário, antes de começares a escrever seleciona, onde diz "Comentar como", a opção "Anónimo". Depois escreves. No fim, clicas em publicar. É simples! :-)

Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Parte de uma oração do Feitiço #2

Feitiço: "Ajuda a mamã a não ter borbulhas, porque quando tem borbulhas ela fica ["triste" - pensei eu] feia..."

Parte de uma oração do Feitiço #2

Feitiço: "Ajuda a mamã a não ter borbulhas, porque quando tem borbulhas ela fica ["triste" - pensei eu] feia..."

sexta-feira, 16 de maio de 2014

De passagem

Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:

"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"

Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!

De passagem

Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:

"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"

Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!

Bruxa dos dentes

Acabei de fazer uma coisa que nunca esteve nos meus planos enquanto mãe: fiz o papel de fada dos dentes...

Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...

*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]

Bruxa dos dentes

Acabei de fazer uma coisa que nunca esteve nos meus planos enquanto mãe: fiz o papel de fada dos dentes...

Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...

*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]

domingo, 11 de maio de 2014

Olho por olho...

Feitiço: Ó Vassoura, se um pombo fizer cocó no nosso peito, eu vou fazer cocó no ninho dele, que é pa ele aprender!

Olho por olho...

Feitiço: Ó Vassoura, se um pombo fizer cocó no nosso peito, eu vou fazer cocó no ninho dele, que é pa ele aprender!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Heróis

Enquanto tomava o pequeno-almoço, a minha cabeça andava às voltas no baú dos filmes com heróis "anónimos" (na medida em que não são os mais conhecidos), mais concretamente: "Os Incríveis" e "Super Escola de Heróis". Fiquei cá com uma vontadinha de os rever, que vocês nem imaginam!

Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?



Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...

Heróis

Enquanto tomava o pequeno-almoço, a minha cabeça andava às voltas no baú dos filmes com heróis "anónimos" (na medida em que não são os mais conhecidos), mais concretamente: "Os Incríveis" e "Super Escola de Heróis". Fiquei cá com uma vontadinha de os rever, que vocês nem imaginam!

Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?



Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...

terça-feira, 6 de maio de 2014

Parte de uma oração do Feitiço

Feitiço: "Jesus, ajuda-me a não cuspir aos amigos, porque os amigos não gostam que eu cuspa aos amigos, e vão dizer às professoras, e elas perguntam se eu quero pimenta na boca, e eu digo que não..."

Parte de uma oração do Feitiço

Feitiço: "Jesus, ajuda-me a não cuspir aos amigos, porque os amigos não gostam que eu cuspa aos amigos, e vão dizer às professoras, e elas perguntam se eu quero pimenta na boca, e eu digo que não..."

sábado, 3 de maio de 2014

Sou mesmo lamechas #3

Obrigada, Estouvadita, por esta partilha, que não posso deixar de partilhar também. Ainda tenho os olhos molhados...

P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...

Sou mesmo lamechas #3

Obrigada, Estouvadita, por esta partilha, que não posso deixar de partilhar também. Ainda tenho os olhos molhados...

P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...

Há 33 anos

fiz a Primeira Comunhão. Lembro-me? Sim. Gostei? Sim. Estava nervosa? Sim (tinha medo de não abrir suficientemente bem a boca!). Repeti? A Primeira Comunhão não se repete, mas a Comunhão, sim, muitas vezes.

Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!

Há 33 anos

fiz a Primeira Comunhão. Lembro-me? Sim. Gostei? Sim. Estava nervosa? Sim (tinha medo de não abrir suficientemente bem a boca!). Repeti? A Primeira Comunhão não se repete, mas a Comunhão, sim, muitas vezes.

Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalhador ou Dia do Trabalho*?

Eu ia escrever que, para mim, nenhum dos nomes era adequado, que deveria chamar-se "Dia do Descanso do Trabalhador"... Mas enquanto escrevia as primeiras palavras apercebi-me que seria arriscado dar tal nome a este feriado. Vinha logo uma alminha inspirada [daquelas alminhas que fazem leis e coisas do género] dizer: "Ora, "Dia do Descanso"... isso varia consoante o trabalho da pessoa, o horário fixo ou rotativo... Como o Dia do Descanso não é sempre o mesmo - aliás, é para isso que há folgas e fins de semana -, acabemos logo com este feriado que não tem sentido!"

*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].

Dia do Trabalhador ou Dia do Trabalho*?

Eu ia escrever que, para mim, nenhum dos nomes era adequado, que deveria chamar-se "Dia do Descanso do Trabalhador"... Mas enquanto escrevia as primeiras palavras apercebi-me que seria arriscado dar tal nome a este feriado. Vinha logo uma alminha inspirada [daquelas alminhas que fazem leis e coisas do género] dizer: "Ora, "Dia do Descanso"... isso varia consoante o trabalho da pessoa, o horário fixo ou rotativo... Como o Dia do Descanso não é sempre o mesmo - aliás, é para isso que há folgas e fins de semana -, acabemos logo com este feriado que não tem sentido!"

*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].