terça-feira, 16 de julho de 2013

Xixi muitos (perdi a conta) - 3 Feitiço

Depois desta manhã tão boa, o Feitiço almoçou muito bem (tendo lavado as mãos logo que a Nina disse, e sem me vir pedir companhia, como costuma fazer), fez xixi e cocó no bacio, foi para a cama e... acordou seco! Viva! Aqui estão os foguetes prometidos:

(imagem retirada da net)

Xixi muitos (perdi a conta) - 3 Feitiço

Depois desta manhã tão boa, o Feitiço almoçou muito bem (tendo lavado as mãos logo que a Nina disse, e sem me vir pedir companhia, como costuma fazer), fez xixi e cocó no bacio, foi para a cama e... acordou seco! Viva! Aqui estão os foguetes prometidos:

(imagem retirada da net)

Preparar setembro

Hoje de manhã o Feitiço voltou à escola das manas, que passará a ser sua também em setembro, para estar um bocado com a futura educadora. Estava lá outra menina, com os pais, pelo mesmo motivo. Depois de brincarem bastante no recreio, na companhia da mana Varinha (a Vassoura está a passar uma semana em casa dos avós paternos), fomos conhecer outros espaços.

Visitámos algumas salas, uma das quais muito importante: a sala onde dormirão a sesta; fomos à casa-de-banho, onde o Feitiço se portou como um crescido, na sanita e a lavar as mãos; fomos ao ginásio, onde o Feitiço queria brincar com os arcos (não me perguntem porquê, pois não estavam nenhuns arcos à vista); fomos ao refeitório, onde o Feitiço bebeu água por um copo de crescidos, sem entornar, e onde queria ficar a almoçar (comigo).

Antes de irmos embora, o Feitiço tirou uma fotografia à educadora e eu tirei uma fotografia aos dois. Depois, houve o beijinho da despedida, os votos de boas férias e viemos para casa.

Preparar setembro

Hoje de manhã o Feitiço voltou à escola das manas, que passará a ser sua também em setembro, para estar um bocado com a futura educadora. Estava lá outra menina, com os pais, pelo mesmo motivo. Depois de brincarem bastante no recreio, na companhia da mana Varinha (a Vassoura está a passar uma semana em casa dos avós paternos), fomos conhecer outros espaços.

Visitámos algumas salas, uma das quais muito importante: a sala onde dormirão a sesta; fomos à casa-de-banho, onde o Feitiço se portou como um crescido, na sanita e a lavar as mãos; fomos ao ginásio, onde o Feitiço queria brincar com os arcos (não me perguntem porquê, pois não estavam nenhuns arcos à vista); fomos ao refeitório, onde o Feitiço bebeu água por um copo de crescidos, sem entornar, e onde queria ficar a almoçar (comigo).

Antes de irmos embora, o Feitiço tirou uma fotografia à educadora e eu tirei uma fotografia aos dois. Depois, houve o beijinho da despedida, os votos de boas férias e viemos para casa.

Podem não ver este vídeo... mas ficam a perder!

Eu, que sou de lágrima fácil, fiquei com os olhos húmidos enquanto via este vídeo... Não será preciso tanto, mas vale mesmo a pena ver!

Podem não ver este vídeo... mas ficam a perder!

Eu, que sou de lágrima fácil, fiquei com os olhos húmidos enquanto via este vídeo... Não será preciso tanto, mas vale mesmo a pena ver!

Medalhas de prata

Quando, num evento desportivo internacional, um atleta português (ou uma equipa portuguesa) consegue o segundo lugar, ou seja, a medalha de prata, esse facto é valorizado. Embora preferíssemos que trouxesse a medalha de ouro (claro que sim, não sejamos hipócritas), não menosprezamos a de prata. Eu, pelo menos, não conheço ninguém que goze com quem recebe a medalha de prata. E muito menos vi quem não recebesse medalha nenhuma a gozar com quem tinha a de prata. Seria ridículo...

No entanto, quando o desporto é o futebol, ficar em segundo lugar dá direito a ser gozado, à grande e à francesa - não, à grande e à portuguesa, que não há como os portugueses quando se trata de gozar.

Só assim se entende que o Benfica tenha sido gozado por ter ficado em três segundos lugares na época passada. Em nenhum outro desporto, uma equipa que recebesse medalhas de prata em três provas seria gozada! Além do mais, "perder ou ganhar é desporto" foi o que sempre ouvi dizer...

Medalhas de prata

Quando, num evento desportivo internacional, um atleta português (ou uma equipa portuguesa) consegue o segundo lugar, ou seja, a medalha de prata, esse facto é valorizado. Embora preferíssemos que trouxesse a medalha de ouro (claro que sim, não sejamos hipócritas), não menosprezamos a de prata. Eu, pelo menos, não conheço ninguém que goze com quem recebe a medalha de prata. E muito menos vi quem não recebesse medalha nenhuma a gozar com quem tinha a de prata. Seria ridículo...

No entanto, quando o desporto é o futebol, ficar em segundo lugar dá direito a ser gozado, à grande e à francesa - não, à grande e à portuguesa, que não há como os portugueses quando se trata de gozar.

Só assim se entende que o Benfica tenha sido gozado por ter ficado em três segundos lugares na época passada. Em nenhum outro desporto, uma equipa que recebesse medalhas de prata em três provas seria gozada! Além do mais, "perder ou ganhar é desporto" foi o que sempre ouvi dizer...

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Sombra dissipada

Depois de ter dado largas à imaginação e ter escrito este post por causa disso, eis-me aqui a informar e a tranquilizar todas as pessoas que se preocuparam com a situação (quer as que me conhecem realmente, quer as que me "conhecem" apenas do blogue).

Acabei por antecipar a consulta com a minha ginecologista, que confirmou a existência de um nódulo na mama esquerda, mas que não se mostrou preocupada. No entanto, e porque eu nunca fizera nenhuma mamografia, nem ecografia mamária (e já conto com 4 dezenas de primaveras, verões, etc.), receitou-me os dois exames, que fiz hoje.

Tive quatro vezes sorte:

1 - Na marcação dos exames, pois apanhei uma vaga criada por uma desistência;

2 - No atendimento, pois não estive quase tempo nenhum à espera;

3 - Na mamografia, que, como esperava, foi um bocadinho "chata", mas que fiz "na boa";

4 - Nos resultados, que foram tranquilizadores. O nódulo é só uma fibrose, que é para controlar, mas deixar estar quietinha lá onde está.

Obrigada a todas pelas palavras e pensamentos positivos!

Sombra dissipada

Depois de ter dado largas à imaginação e ter escrito este post por causa disso, eis-me aqui a informar e a tranquilizar todas as pessoas que se preocuparam com a situação (quer as que me conhecem realmente, quer as que me "conhecem" apenas do blogue).

Acabei por antecipar a consulta com a minha ginecologista, que confirmou a existência de um nódulo na mama esquerda, mas que não se mostrou preocupada. No entanto, e porque eu nunca fizera nenhuma mamografia, nem ecografia mamária (e já conto com 4 dezenas de primaveras, verões, etc.), receitou-me os dois exames, que fiz hoje.

Tive quatro vezes sorte:

1 - Na marcação dos exames, pois apanhei uma vaga criada por uma desistência;

2 - No atendimento, pois não estive quase tempo nenhum à espera;

3 - Na mamografia, que, como esperava, foi um bocadinho "chata", mas que fiz "na boa";

4 - Nos resultados, que foram tranquilizadores. O nódulo é só uma fibrose, que é para controlar, mas deixar estar quietinha lá onde está.

Obrigada a todas pelas palavras e pensamentos positivos!

Tanto e tão pouco

Tanto que me lembro de escrever, quando não estou em frente ao computador...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...

Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...

E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...

Tanto e tão pouco

Tanto que me lembro de escrever, quando não estou em frente ao computador...
Tanto que me apetece escrever, mas não convém que escreva...
Tanto para fazer...

Tão pouca paciência para aturar a birra (neste momento silenciosa) que o Feitiço está a fazer...
Tão pouco animada que me sinto...
Tão pouca energia para reagir...

E a lista poderia continuar, mas atendendo às circunstâncias descritas, vai ficar por aqui...

domingo, 14 de julho de 2013

Erros do passado #3

Este até mete arrogância (minha) à mistura...

Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.

Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.

Brócolos

Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!

Já não me lembro como fiquei a saber que "brócolos" se escreve com "o" e não com "u" na segunda sílaba, mas nunca mais me esqueci que, naquele dia, fui arrogante demais, mesmo não dizendo nada. Agora tenho mais cuidado antes de julgar que os outros escrevem mal (pelo menos em relação a palavras que não tenho por hábito escrever)!

Erros do passado #3

Este até mete arrogância (minha) à mistura...

Não costumo escrever nomes de legumes, mas, à partida, penso que os sei escrever. Suponho que o mesmo se passe convosco.

Há uns anos, numa mercearia, reparei no nome deste legume, escrito no plural, tal como está na legenda.

Brócolos

Eu, senhora-professora-muito-dona-do-meu-nariz, não disse nada, mas pensei (mesmo): "Que ignorantes! Escrevem os nomes de qualquer maneira...", enquanto na minha cabeça visualizava a palavra correta (achava eu): "Bróculos"! Afinal de contas, era só acrescentar "óculos" às letras iniciais "Br", certo? ERRADO!

Já não me lembro como fiquei a saber que "brócolos" se escreve com "o" e não com "u" na segunda sílaba, mas nunca mais me esqueci que, naquele dia, fui arrogante demais, mesmo não dizendo nada. Agora tenho mais cuidado antes de julgar que os outros escrevem mal (pelo menos em relação a palavras que não tenho por hábito escrever)!

Não há duas sem três

E é por isso que a Vassoura e a Varinha têm, pelo terceiro dia consecutivo, uma festa de aniversário onde ir (ontem ausentaram-se de casa dos avós, durante algumas horas, para irem à festa de uma amiga)... Desta vez, porém, vamos todos à festa, pois é um familiar, o tio que referi aqui, que faz anos.

Não há duas sem três

E é por isso que a Vassoura e a Varinha têm, pelo terceiro dia consecutivo, uma festa de aniversário onde ir (ontem ausentaram-se de casa dos avós, durante algumas horas, para irem à festa de uma amiga)... Desta vez, porém, vamos todos à festa, pois é um familiar, o tio que referi aqui, que faz anos.

sábado, 13 de julho de 2013

Dia em família

Hoje estamos em "modo-família". Saímos de casa de manhã e ainda não regressámos. Estamos em casa dos meus pais, com outros familiares que vemos poucas vezes ao longo do ano. Alguns desses familiares são crianças, pelo que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão todos contentes, na brincadeira e na galhofa.

Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!

Dia em família

Hoje estamos em "modo-família". Saímos de casa de manhã e ainda não regressámos. Estamos em casa dos meus pais, com outros familiares que vemos poucas vezes ao longo do ano. Alguns desses familiares são crianças, pelo que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estão todos contentes, na brincadeira e na galhofa.

Eu estou tão ou mais contente do que os meus filhos, pois passei o dia na conversa com pessoas que me são muito queridas, "ao vivo e a cores"!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Palavras à moda deles #7

A Vassoura garantiu que nunca fazeria uma coisa qualquer que não recordo (só fixei a forma verbal)!

Palavras à moda deles #7

A Vassoura garantiu que nunca fazeria uma coisa qualquer que não recordo (só fixei a forma verbal)!

Erros do passado #2

Conhecem a expressão "à última hora"? Se não fosse a minha mãe, eu ainda diria, erradamente: "à última da hora"...

Erros do passado #2

Conhecem a expressão "à última hora"? Se não fosse a minha mãe, eu ainda diria, erradamente: "à última da hora"...

Inanidade

Não é só o Feitiço que anda a aprender palavras novas... Eu também estou sempre a aprender.

Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:

inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)

inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)

Inanidade

Não é só o Feitiço que anda a aprender palavras novas... Eu também estou sempre a aprender.

Li num comentário, noutro blogue, o termo "inanidade". Já foi há uns dias, e pelo contexto conseguia perceber o sentido geral da palavra, mas só hoje consultei o dicionário. Eis o que encontrei:

inanidade n.f. 1 qualidade daquilo que é inane; 2 cara(c)terística do que é oco ou vazio; 3 futilidade; vaidade (Do lat. inanitate-, «inanição»)

inane adj. unif. 1 que não contém nada no interior; vazio; oco; 2 [fig.] vão; baldado; 3 [fig.] fútil (Do lat. inane-, «vazio»)

Erros do passado #1

Não, não são opções de vida que lamento ter tomado em tempos idos. :-) São simplesmente erros gramaticais, ou de outro tipo, que eu a certa altura superei, e quase sempre com a intervenção de alguém.

Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...

Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.

Como conjugar o verbo manter
(ou abster-se, conter, deter, entreter, obter, suster, entre outros)

A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.

Exemplos:

tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]

tinha / mantinha / obtinha [erros: mantia, obtia]

tive / mantive / abstive-me [erros: manti, absti-me]

tivera / mantivera / detivera [erros: mantera, detera]

- teve / manteve / entreteve [erros: manteu, entreteu]

Da mesma forma, o verbo intervir* conjuga-se como o verbo vir.
*(e outros, como advir, provir e sobrevir)

Exemplos:

- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]

- vinha / intervinha / sobrevinha [erros: intervia, sobrevia]

- vim / intervim / provim [erros: intervi, provi]

- veio / interveio / adveio [erros: interviu, adveu]

- viera / interviera / sobreviera [erros: intervira, sobrevira]

----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.

Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):

- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eu metenho" em vez de "eu meto", ou "eu cometenho" em vez de "eu cometo" - logo, estes verbos não se conjugam como o verbo ter. Por outro lado, ninguém diz "eu manto" em vez de "eu mantenho", "eu conto" em vez de "eu contenho", ou "eu obto" em vez de "eu obtenho". O que acham deste truque?

Erros do passado #1

Não, não são opções de vida que lamento ter tomado em tempos idos. :-) São simplesmente erros gramaticais, ou de outro tipo, que eu a certa altura superei, e quase sempre com a intervenção de alguém.

Não estou, portanto, a "atirar pedras ao ar", pois os meus telhados também são de vidro...

Deixei de cometer este(s) erro(s) (ver abaixo) no mesmo dia em que tomei consciência dele(s), com 15 anos. Graças a quem? Graças a uma professora (de uma disciplina que não era Português), que se apercebeu que muitos alunos davam este erro e que em poucos minutos nos esclareceu.

Como conjugar o verbo manter
(ou abster-se, conter, deter, entreter, obter, suster, entre outros)

A resposta é simples: em todos os tempos verbais, a terminação destes verbos é igual à terminação que tem o verbo ter.

Exemplos:

tenho / mantenho / sustenho [no Presente do Indicativo, creio que ninguém se enganava]

tinha / mantinha / obtinha [erros: mantia, obtia]

tive / mantive / abstive-me [erros: manti, absti-me]

tivera / mantivera / detivera [erros: mantera, detera]

- teve / manteve / entreteve [erros: manteu, entreteu]

Da mesma forma, o verbo intervir* conjuga-se como o verbo vir.
*(e outros, como advir, provir e sobrevir)

Exemplos:

- venho / intervenho / advenho [creio que ninguém se enganava]

- vinha / intervinha / sobrevinha [erros: intervia, sobrevia]

- vim / intervim / provim [erros: intervi, provi]

- veio / interveio / adveio [erros: interviu, adveu]

- viera / interviera / sobreviera [erros: intervira, sobrevira]

----------
Adenda: Substituí o verbo "provir" pelo verbo "intervir", referido pela Miú Segunda no seu comentário, pois "intervir" é muito mais usado e "chega" a mais pessoas, provavelmente.

Nem todos os verbos terminados em "-ter" se conjugam como o verbo ter. Exemplos: meter, cometer. Para ajudar, lembrei-me de incluir um truque (que é o que eu uso, em caso de dúvida):

- Dizer o verbo no Presente do Indicativo, na 1ª Pessoa do Singular ("Eu .............."). Porquê? Porque, em princípio, ninguém (com mais de 6 ou 7 anos) se engana nesse tempo. Ninguém diz: "eu metenho" em vez de "eu meto", ou "eu cometenho" em vez de "eu cometo" - logo, estes verbos não se conjugam como o verbo ter. Por outro lado, ninguém diz "eu manto" em vez de "eu mantenho", "eu conto" em vez de "eu contenho", ou "eu obto" em vez de "eu obtenho". O que acham deste truque?

Sonhos #9

Esta noite tive uma estreia: sonhei com pessoas que não conheço pessoalmente, mas cujas vidas "acompanho" num dos meus blogues preferidos: "Pais de Quatro"!

Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.

A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.

Não me lembro como acabou o sonho...

Sonhos #9

Esta noite tive uma estreia: sonhei com pessoas que não conheço pessoalmente, mas cujas vidas "acompanho" num dos meus blogues preferidos: "Pais de Quatro"!

Primeiro estava no carro novo da família e o João (o pai) estava a contar-me o que tinha acontecido ao carro anterior (devia ser qualquer coisa específica de carros, porque não registei o que foi). Depois, não sei como (que nos sonhos há muita liberdade de movimentos e as cenas sucedem-se sem necessariamente terem lógica), estava na casa deles, que era enorme (muito maior do que o que mostraram neste post, garanto), a conversar com a Teresa (a mãe), que confirmei ser uma pessoa muito simpática.

A casa da família, que era enorme, como já disse, tinha também uma piscina. Na verdade, embora fosse a casa deles, parecia mais um hotel, pelos corredores que se percorriam entre os vários espaços.

Não me lembro como acabou o sonho...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sonhos #8

Eu às vezes fico com os lábios "rebentados" nos cantos. É uma coisa mínima, no tamanho, mas impede-me de rir, comer ou lavar os dentes livremente. Consigo fazer tudo, mas com muito cuidado. Normalmente até uso colher de sobremesa para comer a sopa, para não ter de abrir muito a boca.

Esta "coisa" nos lábios é uma chatice e ainda demora uns tantos dias a passar, com a ajuda de um creme. Não demoraria a passar, se eu conseguisse abster-me de rir ou comer, ou de abrir a boca no geral. Mas tal não é possível e quando parece que melhorou, vem uma gargalhada e piora outra vez. Quando me apercebo que voltou a acontecer, penso: "Que chatice!"

Há duas ou três noites sonhei que estava novamente num desses dias em que o lábio já estava "rebentado". Fiquei frustrada. Foi mais um daqueles sonhos que se grava na memória como situação real, pois, no sonho, eu estava na minha casa-de-banho, com todas as coisas que lá estão de verdade.

Só "descobri" que fora um sonho quando hoje reparei na embalagem do tal creme, que está na bancada da casa-de-banho, e fiquei a olhar para ele, como quem se interroga para que é que aquilo serve. Quando me lembrei para que servia, olhei para o espelho, aliviada: "Não tenho posto o creme! Porquê? Ah! [contente] Porque o lábio está bom! Viva! Que alívio..."

Sonhos #8

Eu às vezes fico com os lábios "rebentados" nos cantos. É uma coisa mínima, no tamanho, mas impede-me de rir, comer ou lavar os dentes livremente. Consigo fazer tudo, mas com muito cuidado. Normalmente até uso colher de sobremesa para comer a sopa, para não ter de abrir muito a boca.

Esta "coisa" nos lábios é uma chatice e ainda demora uns tantos dias a passar, com a ajuda de um creme. Não demoraria a passar, se eu conseguisse abster-me de rir ou comer, ou de abrir a boca no geral. Mas tal não é possível e quando parece que melhorou, vem uma gargalhada e piora outra vez. Quando me apercebo que voltou a acontecer, penso: "Que chatice!"

Há duas ou três noites sonhei que estava novamente num desses dias em que o lábio já estava "rebentado". Fiquei frustrada. Foi mais um daqueles sonhos que se grava na memória como situação real, pois, no sonho, eu estava na minha casa-de-banho, com todas as coisas que lá estão de verdade.

Só "descobri" que fora um sonho quando hoje reparei na embalagem do tal creme, que está na bancada da casa-de-banho, e fiquei a olhar para ele, como quem se interroga para que é que aquilo serve. Quando me lembrei para que servia, olhei para o espelho, aliviada: "Não tenho posto o creme! Porquê? Ah! [contente] Porque o lábio está bom! Viva! Que alívio..."

Palavras caras

Eu: Onde está a tua outra croc, Feitiço?
Feitiço: Eu tenho uma hipótese...
Eu: E o que é uma hipótese?
Feitiço: [qualquer coisa que não percebi] ... testar a croc!

Sei bem onde foi que o Feitiço ouviu a palavra "hipótese": foi n'"O comboio dos dinossauros". O Dudu está sempre a dizer: "Eu tenho uma hipótese!" E uma das irmãs responde: "O Dudu tem uma hipótese, que é uma ideia que se pode testar." :-)

Palavras caras

Eu: Onde está a tua outra croc, Feitiço?
Feitiço: Eu tenho uma hipótese...
Eu: E o que é uma hipótese?
Feitiço: [qualquer coisa que não percebi] ... testar a croc!

Sei bem onde foi que o Feitiço ouviu a palavra "hipótese": foi n'"O comboio dos dinossauros". O Dudu está sempre a dizer: "Eu tenho uma hipótese!" E uma das irmãs responde: "O Dudu tem uma hipótese, que é uma ideia que se pode testar." :-)

Cuidado com a alface!

Hoje, ao almoço, pus toda a alface que havia no frigorífico no meu prato, porque já estava mesmo a precisar de ser comida (a Varinha, que não gosta de alface, ficará agradecida). O Feitiço, ao olhar para o meu prato, comentou:

- Vais comer essa alface toda... Vais ficar muito gorda!

Cuidado com a alface!

Hoje, ao almoço, pus toda a alface que havia no frigorífico no meu prato, porque já estava mesmo a precisar de ser comida (a Varinha, que não gosta de alface, ficará agradecida). O Feitiço, ao olhar para o meu prato, comentou:

- Vais comer essa alface toda... Vais ficar muito gorda!

Os (modestos) prémios

[Este post era para ser publicado ao fim do dia de hoje, mas não aguento até lá. Desculpem, Cris, Teresa e Joana, por estragar a surpresa. Pode ser que só vejam o post depois de terem recebido os prémios pelo correio - tenho essa esperança!]

Aqui estão as fotografias dos prémios das três vencedoras do desafio "Mário do pombi". Como podem ver, são quatro prémios. É que, embora as participações corretas fossem três, numa delas ficou explícito que quem acertara na resposta fora a filha (Madalena), e não a mãe (Teresa). Ora, eu não conseguia deixar passar esse pormenor, mas também não podia premiar só a filha, deixando a mãe de fora, pois quem efetivamente participara no desafio fora a mãe. Só havia uma coisa a fazer, já que os prémios não estavam definidos a priori: arranjar (isto é, fazer) um prémio para cada uma delas. Problema resolvido!

Pregadeira "borboleta" (frente e verso)
para a Cris

Pregadeira "joaninha" (frente e verso)
para a Joana

Pregadeira "flor" (frente e verso)
para a Teresa

Porta-chaves "M" (frente e verso)
para a Madalena

Espero que os prémios tenham chegado em bom estado* e que vos tenham agradado. Foram feitos com carinho!

*Se isso não aconteceu, digam-me, que eu dar-vos-ei indicações sobre o que fazer para resolver a situação.

Os (modestos) prémios

[Este post era para ser publicado ao fim do dia de hoje, mas não aguento até lá. Desculpem, Cris, Teresa e Joana, por estragar a surpresa. Pode ser que só vejam o post depois de terem recebido os prémios pelo correio - tenho essa esperança!]

Aqui estão as fotografias dos prémios das três vencedoras do desafio "Mário do pombi". Como podem ver, são quatro prémios. É que, embora as participações corretas fossem três, numa delas ficou explícito que quem acertara na resposta fora a filha (Madalena), e não a mãe (Teresa). Ora, eu não conseguia deixar passar esse pormenor, mas também não podia premiar só a filha, deixando a mãe de fora, pois quem efetivamente participara no desafio fora a mãe. Só havia uma coisa a fazer, já que os prémios não estavam definidos a priori: arranjar (isto é, fazer) um prémio para cada uma delas. Problema resolvido!

Pregadeira "borboleta" (frente e verso)
para a Cris

Pregadeira "joaninha" (frente e verso)
para a Joana

Pregadeira "flor" (frente e verso)
para a Teresa

Porta-chaves "M" (frente e verso)
para a Madalena

Espero que os prémios tenham chegado em bom estado* e que vos tenham agradado. Foram feitos com carinho!

*Se isso não aconteceu, digam-me, que eu dar-vos-ei indicações sobre o que fazer para resolver a situação.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Não me tenho esquecido

... de fazer updates à "Missão: Feitiço sequinho", mas como o xixi está a ganhar 15 - 2 ao Feitiço, achei que mais valia passar a atualizar apenas quando a pontuação aumentar do lado que me interessa. Quando isso acontecer, garanto que publico... e lanço foguetes!

Wish us luck!

Não me tenho esquecido

... de fazer updates à "Missão: Feitiço sequinho", mas como o xixi está a ganhar 15 - 2 ao Feitiço, achei que mais valia passar a atualizar apenas quando a pontuação aumentar do lado que me interessa. Quando isso acontecer, garanto que publico... e lanço foguetes!

Wish us luck!

Mais um que me arrepia

Não vou criar no blogue nenhuma rubrica tipo o "Cuidado com a língua" (um programa que eu via com muito gosto, quando calhava estar no canal certo - neste caso, a RTP1-, na hora certa), como me foi sugerido num comentário a este post, mas não vou deixar passar este erro que me tortura profundamente. Não é que seja o pior dos erros, mas não consigo compreender que alguém o cometa. É que não há exceções para esta regra ortográfica, que não tem nada a ver com o AO:

Não há nenhuma palavra com ç seguido de e ou i,
porque
o c já tem som "ss" antes de um e ou de um i.
(exemplos: cinema, cenoura, tecido, acender)

Toda a gente parece saber esta regra (que se aprende no 1º ano de escolaridade), em teoria, mas depois há quem escreva "voçê" ou "voçês".

Reparem, apesar de ser mau (péssimo!) sinal se alguém escrever:

toce em vez de tosse, 
foce em vez de fosse,
maça em vez de massa,
massã em vez de maçã,
acinar em vez de assinar,
tessido em vez de tecido,
açacino em vez de assassino,
etc. (já deu para perceberem a ideia, não deu?)

pelo menos a pessoa estará a utilizar uma combinação de letras (nas sílabas com erro) que existe em português e que até se lê da mesma forma que a combinação certa. Mas çe ou çi são combinações que pura e simplesmente não existem!

(Nunca vi este erro "voçê(s)" em posts dos blogues que sigo, mas em comentários aos posts, e no Facebook, vejo imensas vezes.)

Eu fico arrepiada. E vocês?

Mais um que me arrepia

Não vou criar no blogue nenhuma rubrica tipo o "Cuidado com a língua" (um programa que eu via com muito gosto, quando calhava estar no canal certo - neste caso, a RTP1-, na hora certa), como me foi sugerido num comentário a este post, mas não vou deixar passar este erro que me tortura profundamente. Não é que seja o pior dos erros, mas não consigo compreender que alguém o cometa. É que não há exceções para esta regra ortográfica, que não tem nada a ver com o AO:

Não há nenhuma palavra com ç seguido de e ou i,
porque
o c já tem som "ss" antes de um e ou de um i.
(exemplos: cinema, cenoura, tecido, acender)

Toda a gente parece saber esta regra (que se aprende no 1º ano de escolaridade), em teoria, mas depois há quem escreva "voçê" ou "voçês".

Reparem, apesar de ser mau (péssimo!) sinal se alguém escrever:

toce em vez de tosse, 
foce em vez de fosse,
maça em vez de massa,
massã em vez de maçã,
acinar em vez de assinar,
tessido em vez de tecido,
açacino em vez de assassino,
etc. (já deu para perceberem a ideia, não deu?)

pelo menos a pessoa estará a utilizar uma combinação de letras (nas sílabas com erro) que existe em português e que até se lê da mesma forma que a combinação certa. Mas çe ou çi são combinações que pura e simplesmente não existem!

(Nunca vi este erro "voçê(s)" em posts dos blogues que sigo, mas em comentários aos posts, e no Facebook, vejo imensas vezes.)

Eu fico arrepiada. E vocês?

terça-feira, 9 de julho de 2013

Já enviei os prémios pelo correio!

Eu confesso que estou mortinha por colocar as fotografias dos prémios, mas como disse que não queria estragar a surpresa, vou esperar que uma das premiadas diga que recebeu, para assumir que todas receberam - ou então conto com dois dias para os correios cumprirem a sua tarefa e... pimba! Fotos num novo post...

Mas, apesar de não servir para nada, vou mostrar os prémios dentro dos envelopes. Aproveito para dizer que reutilizei três envelopes "com bolinhas protetoras" que encontrei por casa. A vossa Bruxa é amiga do ambiente! :-)

Para a Cris

Para a Teresa (e a Madalena)

Para a Joana
Ah, antes que alguém ache que eu enfeitei os envelopes, não, não o fiz. Apenas, como tinha de ocultar as moradas das premiadas, aproveitei e fiz um desenhos no Paint. Um bocadinho à balda, como se pode constatar.

Já enviei os prémios pelo correio!

Eu confesso que estou mortinha por colocar as fotografias dos prémios, mas como disse que não queria estragar a surpresa, vou esperar que uma das premiadas diga que recebeu, para assumir que todas receberam - ou então conto com dois dias para os correios cumprirem a sua tarefa e... pimba! Fotos num novo post...

Mas, apesar de não servir para nada, vou mostrar os prémios dentro dos envelopes. Aproveito para dizer que reutilizei três envelopes "com bolinhas protetoras" que encontrei por casa. A vossa Bruxa é amiga do ambiente! :-)

Para a Cris

Para a Teresa (e a Madalena)

Para a Joana
Ah, antes que alguém ache que eu enfeitei os envelopes, não, não o fiz. Apenas, como tinha de ocultar as moradas das premiadas, aproveitei e fiz um desenhos no Paint. Um bocadinho à balda, como se pode constatar.

Uma sombra no horizonte

Tenho muita imaginação, o que às vezes não é tão bom quanto isso. Como quando se deteta um alto estranho na mama esquerda durante um auto-exame...

Uma sombra no horizonte

Tenho muita imaginação, o que às vezes não é tão bom quanto isso. Como quando se deteta um alto estranho na mama esquerda durante um auto-exame...

Ooooh!

Enquanto me abraçava, o Feitiço disse estas palavras:

- És tão querida... mesmo!

Ooooh!

Enquanto me abraçava, o Feitiço disse estas palavras:

- És tão querida... mesmo!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Uma ajuda gramatical para quem a quiser receber (se dela precisar)

Em alguns blogues que sigo fielmente ou que espreito de vez em quando, vejo um erro que me angustia.

São aquelas expressões temporais com o verbo haver, sabem? Em que, infelizmente, o "h" vai dar uma volta...

"há anos" e não "à anos" [quem diz anos, diz meses, séculos, dias, semanas, horas, minutos ou segundos];
"há muito tempo" e não "à muito tempo"
e por aí fora.

Não escrevo este post com presunção. Tenho demasiadas dúvidas em demasiadas palavras* para poder escrever com presunção acerca da escrita dos outros. Ter consciência das minhas limitações tem sido a causa de nada ter feito até ao momento. Mas, por outro lado, se com este post puder contribuir para que alguém (uma pessoa que seja) passe a escrever um pouco melhor, mesmo que muitos me tomem por convencida, então valerá a pena tê-lo escrito.

*Por exemplo: muitas palavras com o som "je" ou "ji", em que hesito sempre entre o usar o "j" ou o "g". Fico mesmo totó, nestas ocasiões! É por isso que o dicionário é um dos meus melhores amigos... :-)

P.S. - Já aconteceu, neste blogue (e noutros contextos), eu dar erros. I'm only human! Mas quando isso aconteceu, e foi outra pessoa que me alertou para o facto, eu fiquei agradecida - e não melindrada. Qual é a vossa reação quando o mesmo vos acontece (se é que já vos aconteceu)? Levam a mal? Ou também agradecem?

Uma ajuda gramatical para quem a quiser receber (se dela precisar)

Em alguns blogues que sigo fielmente ou que espreito de vez em quando, vejo um erro que me angustia.

São aquelas expressões temporais com o verbo haver, sabem? Em que, infelizmente, o "h" vai dar uma volta...

"há anos" e não "à anos" [quem diz anos, diz meses, séculos, dias, semanas, horas, minutos ou segundos];
"há muito tempo" e não "à muito tempo"
e por aí fora.

Não escrevo este post com presunção. Tenho demasiadas dúvidas em demasiadas palavras* para poder escrever com presunção acerca da escrita dos outros. Ter consciência das minhas limitações tem sido a causa de nada ter feito até ao momento. Mas, por outro lado, se com este post puder contribuir para que alguém (uma pessoa que seja) passe a escrever um pouco melhor, mesmo que muitos me tomem por convencida, então valerá a pena tê-lo escrito.

*Por exemplo: muitas palavras com o som "je" ou "ji", em que hesito sempre entre o usar o "j" ou o "g". Fico mesmo totó, nestas ocasiões! É por isso que o dicionário é um dos meus melhores amigos... :-)

P.S. - Já aconteceu, neste blogue (e noutros contextos), eu dar erros. I'm only human! Mas quando isso aconteceu, e foi outra pessoa que me alertou para o facto, eu fiquei agradecida - e não melindrada. Qual é a vossa reação quando o mesmo vos acontece (se é que já vos aconteceu)? Levam a mal? Ou também agradecem?

Também eu fui toupeira (aviso: este post é muitíssimo longo)

Depois de ler este post da Alexandra, a Grande, comecei a escrever um comentário, mas apercebi-me que iria escrever tanto que mais valia fazer um post sobre o assunto e depois, se achasse que valia a pena, ir lá deixar o link.

Eu lembro-me de, quando andava na Primária (eu sou do tempo em que havia Primária; agora o equivalente chama-se 1º Ciclo do Ensino Básico), ir alguém da área da Saúde (médic@ oftalmologista, espero, mas não garanto que fosse) fazer exames aos olhos a todas as crianças da minha sala (não faço a mínima ideia se iam a todas as salas, ou se o exame era sempre e só às crianças de determinado ano de escolaridade).

Os ditos exames não eram bem exames, pois ninguém nos observava os olhos, eram apenas aquele exercício (que eu sempre encarei com gravidade, quase como um teste) de dizermos as letras que estavam no cartaz, conforme iam sendo apontadas. Se calhar era apenas uma atividade de despiste, para encaminharem as crianças que dessem sinal de precisar de ser vistas mais a sério.

Ora, a mim nunca me encaminharam para nenhuma consulta da especialidade e eu nunca achei que visse mal para o quadro, na escola, nem para lado nenhum, fora dela, por isso, segui a minha vida sem óculos, feliz e contente. Verdade seja dita que a ideia de usar óculos nunca me inquietou. Mas se não precisava, tudo bem!

Mais tarde, com 11 anos, perto dos 12, fui uma vez com a minha mãe e a minha irmã #2 ao "Sol de Algés" (lembro-me de ir, mas não me lembro de lá estar, talvez porque a ida ficou tão gravada na minha memória que apagou o resto). Para mim, era a primeira vez que ia ao "Sol de Algés", por isso, enquanto caminhávamos para lá, eu perguntei se faltava muito para lá chegarmos. A minha mãe e a minha irmã responderam-me qualquer coisa como:

- É ali ao fundo, onde está o cartaz a dizer "Sol de Algés".
Eu, sem ver nada: Onde?
Elas: Ali!!! Não consegues ver? Vê-se tão bem!
Eu, que entretanto já conseguia ver, pois tínhamos avançado: Ah, sim, estou a ver!
Elas: Mas tu há bocado não conseguias ler o cartaz?!?
Eu: Não...

Depois deste episódio, a minha mãe apressou-se em marcar-me uma consulta com um oftalmologista (assustou-se mesmo)! Na consulta, o diagnóstico foi que eu tinha miopia, mais dioptrias no olho direito do que no esquerdo. Não me lembro dos valores exatos (tenho pena!), mas eram tipo 1,25 e 1,75. Se quando é miopia se escreve com um "menos" antes do número (tipo -1,25), não sei, nem me interessa (mas não tenho raiva a quem sabe).

A minha mãe, já queimada num diagnóstico semelhante que fizeram (erradamente) à primeira filha quando era muito, muito pequenina (quase vinte anos antes), resolveu, prudentemente, pedir uma segunda opinião.

Na segunda consulta, com uma oftalmologista, confirmou-se o diagnóstico: eu tinha miopia. Só que esta médica disse que eu tinha uma miopia muito mais avançada do que dissera o primeiro médico: 3 dioptrias no olho esquerdo e 3,5 no direito.

Perante este segundo diagnóstico, a minha mãe lá se convenceu que eu tinha miopia. Mas como desempatar entre os dois médicos? Pedir uma terceira opinião? Não. Fazer um-dó-li-tá? Não (acho eu!).

A minha mãe foi muito prática. Escolheu o primeiro médico, que tinha consultório mesmo ao pé da nossa casa - e que não dissera uns valores absolutamente exorbitantes para quem começa a usar óculos.

A escolha foi absolutamente certeira e o médico foi o meu oftalmologista durante muitos anos. A recomendação inicial foi a de usar os óculos apenas para algumas atividades, mas eu gostei tanto de ver tudo tão nítido, que só não os usava para dormir e para lavar a cabeça. Quando vemos mal, mas não temos noção disso, é uma coisa; quando percebemos a diferença entre ver bem e ver mal, não queremos ver mal!

Aos 17 anos, "empurrada" pelo meu pai, comecei a usar lentes de contacto. Digo "empurrada" porque sempre me fizera confusão a ideia de meter coisas nos olhos (ainda agora faz), mas foi muito boa ideia, e lá me consegui adaptar.

Com as lentes tive alguns episódios interessantes, como estar no cinema e saltar-me (literalmente) uma lente para fora do olho. Este secara tanto, que a lente secara também e deixara de aderir ao olho... Felizmente andava com a caixinha das lentes comigo, por isso retirei a outra lente e guardei as duas na caixa. Acho que tinha os óculos comigo (se não tinha, não consegui ler as legendas, isso é garantido).

Aos 25 anos, o meu pai levou-me a dar um passo em frente: falou-me da operação a laser que poderia fazer, que já era bastante segura (ele andara a ler sobre o assunto) e que ficaria com a "coisa" resolvida. Lá se arranjou uma referência, e fui a uma consulta com um eminente Professor Doutor (no mínimo), para ele avaliar se eu podia ser operada. Uma das condições era estar há alguns anos com a mesma graduação (eu estava), a outra estava relacionada com os próprios olhos (não sei se me faço entender). Deu-me o OK e perguntou-me se queria operar os dois olhos no mesmo dia ou em dias diferentes. Como no seu entender não havia nenhuma contra-indicação em operar os dois olhos de seguida, foi isso que decidi fazer.

No dia da operação aos olhos, a minha mãe acompanhou-me, para me dar apoio moral e apoio literal no regresso a casa. Da operação, recordo o som (tsstsstss) e o cheiro (carne assada tipo chouriço).

No pós-operatório, a parte melhor foi ficar logo a ver bem! A minha mãe estava admiradíssima por eu não precisar de ajuda para descer as escadas de acesso ao metro, mas eu via mesmo bem (e era uma sensação ótima)! A parte chata foi ter de dormir com umas proteções nos olhos, para não entrar lá nada.

Ah! Outra parte muito boa, para mim, foi o facto de terem sido os meus pais a pagar a operação (que custou um balúrdio), sob pretexto (cómico) de, segundo eles, me terem feito com "defeito" e terem o "dever" de pagar o "arranjo". Depois, obviamente, o reembolso da ADSE que recebi foi para os meus pais (reduzindo o balúrdio a metade, ainda assim um balúrdio).

Esta operação foi das melhores coisas da minha vida. Ainda hoje me lembro de como é ver mal e da sensação maravilhosa de passar a ver bem.

P.S. - É claro que me "estiquei" (e muito) para além do que escreveria no comentário que referi no início. :-)

Também eu fui toupeira (aviso: este post é muitíssimo longo)

Depois de ler este post da Alexandra, a Grande, comecei a escrever um comentário, mas apercebi-me que iria escrever tanto que mais valia fazer um post sobre o assunto e depois, se achasse que valia a pena, ir lá deixar o link.

Eu lembro-me de, quando andava na Primária (eu sou do tempo em que havia Primária; agora o equivalente chama-se 1º Ciclo do Ensino Básico), ir alguém da área da Saúde (médic@ oftalmologista, espero, mas não garanto que fosse) fazer exames aos olhos a todas as crianças da minha sala (não faço a mínima ideia se iam a todas as salas, ou se o exame era sempre e só às crianças de determinado ano de escolaridade).

Os ditos exames não eram bem exames, pois ninguém nos observava os olhos, eram apenas aquele exercício (que eu sempre encarei com gravidade, quase como um teste) de dizermos as letras que estavam no cartaz, conforme iam sendo apontadas. Se calhar era apenas uma atividade de despiste, para encaminharem as crianças que dessem sinal de precisar de ser vistas mais a sério.

Ora, a mim nunca me encaminharam para nenhuma consulta da especialidade e eu nunca achei que visse mal para o quadro, na escola, nem para lado nenhum, fora dela, por isso, segui a minha vida sem óculos, feliz e contente. Verdade seja dita que a ideia de usar óculos nunca me inquietou. Mas se não precisava, tudo bem!

Mais tarde, com 11 anos, perto dos 12, fui uma vez com a minha mãe e a minha irmã #2 ao "Sol de Algés" (lembro-me de ir, mas não me lembro de lá estar, talvez porque a ida ficou tão gravada na minha memória que apagou o resto). Para mim, era a primeira vez que ia ao "Sol de Algés", por isso, enquanto caminhávamos para lá, eu perguntei se faltava muito para lá chegarmos. A minha mãe e a minha irmã responderam-me qualquer coisa como:

- É ali ao fundo, onde está o cartaz a dizer "Sol de Algés".
Eu, sem ver nada: Onde?
Elas: Ali!!! Não consegues ver? Vê-se tão bem!
Eu, que entretanto já conseguia ver, pois tínhamos avançado: Ah, sim, estou a ver!
Elas: Mas tu há bocado não conseguias ler o cartaz?!?
Eu: Não...

Depois deste episódio, a minha mãe apressou-se em marcar-me uma consulta com um oftalmologista (assustou-se mesmo)! Na consulta, o diagnóstico foi que eu tinha miopia, mais dioptrias no olho direito do que no esquerdo. Não me lembro dos valores exatos (tenho pena!), mas eram tipo 1,25 e 1,75. Se quando é miopia se escreve com um "menos" antes do número (tipo -1,25), não sei, nem me interessa (mas não tenho raiva a quem sabe).

A minha mãe, já queimada num diagnóstico semelhante que fizeram (erradamente) à primeira filha quando era muito, muito pequenina (quase vinte anos antes), resolveu, prudentemente, pedir uma segunda opinião.

Na segunda consulta, com uma oftalmologista, confirmou-se o diagnóstico: eu tinha miopia. Só que esta médica disse que eu tinha uma miopia muito mais avançada do que dissera o primeiro médico: 3 dioptrias no olho esquerdo e 3,5 no direito.

Perante este segundo diagnóstico, a minha mãe lá se convenceu que eu tinha miopia. Mas como desempatar entre os dois médicos? Pedir uma terceira opinião? Não. Fazer um-dó-li-tá? Não (acho eu!).

A minha mãe foi muito prática. Escolheu o primeiro médico, que tinha consultório mesmo ao pé da nossa casa - e que não dissera uns valores absolutamente exorbitantes para quem começa a usar óculos.

A escolha foi absolutamente certeira e o médico foi o meu oftalmologista durante muitos anos. A recomendação inicial foi a de usar os óculos apenas para algumas atividades, mas eu gostei tanto de ver tudo tão nítido, que só não os usava para dormir e para lavar a cabeça. Quando vemos mal, mas não temos noção disso, é uma coisa; quando percebemos a diferença entre ver bem e ver mal, não queremos ver mal!

Aos 17 anos, "empurrada" pelo meu pai, comecei a usar lentes de contacto. Digo "empurrada" porque sempre me fizera confusão a ideia de meter coisas nos olhos (ainda agora faz), mas foi muito boa ideia, e lá me consegui adaptar.

Com as lentes tive alguns episódios interessantes, como estar no cinema e saltar-me (literalmente) uma lente para fora do olho. Este secara tanto, que a lente secara também e deixara de aderir ao olho... Felizmente andava com a caixinha das lentes comigo, por isso retirei a outra lente e guardei as duas na caixa. Acho que tinha os óculos comigo (se não tinha, não consegui ler as legendas, isso é garantido).

Aos 25 anos, o meu pai levou-me a dar um passo em frente: falou-me da operação a laser que poderia fazer, que já era bastante segura (ele andara a ler sobre o assunto) e que ficaria com a "coisa" resolvida. Lá se arranjou uma referência, e fui a uma consulta com um eminente Professor Doutor (no mínimo), para ele avaliar se eu podia ser operada. Uma das condições era estar há alguns anos com a mesma graduação (eu estava), a outra estava relacionada com os próprios olhos (não sei se me faço entender). Deu-me o OK e perguntou-me se queria operar os dois olhos no mesmo dia ou em dias diferentes. Como no seu entender não havia nenhuma contra-indicação em operar os dois olhos de seguida, foi isso que decidi fazer.

No dia da operação aos olhos, a minha mãe acompanhou-me, para me dar apoio moral e apoio literal no regresso a casa. Da operação, recordo o som (tsstsstss) e o cheiro (carne assada tipo chouriço).

No pós-operatório, a parte melhor foi ficar logo a ver bem! A minha mãe estava admiradíssima por eu não precisar de ajuda para descer as escadas de acesso ao metro, mas eu via mesmo bem (e era uma sensação ótima)! A parte chata foi ter de dormir com umas proteções nos olhos, para não entrar lá nada.

Ah! Outra parte muito boa, para mim, foi o facto de terem sido os meus pais a pagar a operação (que custou um balúrdio), sob pretexto (cómico) de, segundo eles, me terem feito com "defeito" e terem o "dever" de pagar o "arranjo". Depois, obviamente, o reembolso da ADSE que recebi foi para os meus pais (reduzindo o balúrdio a metade, ainda assim um balúrdio).

Esta operação foi das melhores coisas da minha vida. Ainda hoje me lembro de como é ver mal e da sensação maravilhosa de passar a ver bem.

P.S. - É claro que me "estiquei" (e muito) para além do que escreveria no comentário que referi no início. :-)

Desafio BB julho - #1

Desafio BB = Desafio "Berra-me Baixo"

Eu vi (ou terei sonhado?) no blogue da Magda que haveria novo desafio neste mês de julho, mas depois não  vi lá mais nada sobre o assunto (daí o pôr a hipótese de ter sonhado). De qualquer maneira, desde que comecei que me considero sempre em modo "On" no desafio. A diferença em ser ou não mês de desafio está na realização do balanço da semana (sim, eu sei que posso fazer isso todas as semanas, seja ou não mês "oficial", mas a verdade é que não faço, se não for). E eu sei que, em tudo, crescemos quando refletimos e verbalizamos o resultado da nossa reflexão. Por isso, aqui está o balanço da primeira semana de desafio "BB julho".

Num dos primeiros posts sobre o BB, a Magda escreveu qualquer coisa sobre serem precisas três semanas para nos livrarmos de um hábito e não sei quanto tempo para criarmos outro... No entanto, no meu caso, pelo menos, já passaram bem mais de três semanas e o hábito de gritar continua a manifestar-se muito mais do que eu gostaria - de maneira nenhuma posso dizer que me livrei dele! A diferença em relação ao período pré-BB está em ter muito mais consciência e pesar-me mais o facto de gritar.

Nesta primeira semana de julho eu não gritei a toda a hora, mas, quando gritei, gritei forte e feio. Do género de passar dos zero aos cem em frações de segundo (vá, que exagero, em alguns segundos).

Eu quero melhorar, mesmo, mas acho que os meus filhos têm de ser mais envolvidos no desafio. Eu sei que fui eu que aderi ao BB, mas, a sério, sem a colaboração deles acho que não vou conseguir desenraizar este horrível hábito! E sem falar no Feitiço, que expressa o seu desagrado pelas mais variadas coisas a gritar/guinchar. Os gritos dele não são reprodução do que ele ouve em casa (nem na escola, que ele não anda na escola), pois não são palavras ou frases ditas aos gritos, são simplesmente gritos estridentes que o Feitiço consegue manter por um período de tempo incrível: Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Ainda agora, no bacio há um minuto, o Feitiço está a exercitar as suas poderosas cordas vocais...

Desafio BB julho - #1

Desafio BB = Desafio "Berra-me Baixo"

Eu vi (ou terei sonhado?) no blogue da Magda que haveria novo desafio neste mês de julho, mas depois não  vi lá mais nada sobre o assunto (daí o pôr a hipótese de ter sonhado). De qualquer maneira, desde que comecei que me considero sempre em modo "On" no desafio. A diferença em ser ou não mês de desafio está na realização do balanço da semana (sim, eu sei que posso fazer isso todas as semanas, seja ou não mês "oficial", mas a verdade é que não faço, se não for). E eu sei que, em tudo, crescemos quando refletimos e verbalizamos o resultado da nossa reflexão. Por isso, aqui está o balanço da primeira semana de desafio "BB julho".

Num dos primeiros posts sobre o BB, a Magda escreveu qualquer coisa sobre serem precisas três semanas para nos livrarmos de um hábito e não sei quanto tempo para criarmos outro... No entanto, no meu caso, pelo menos, já passaram bem mais de três semanas e o hábito de gritar continua a manifestar-se muito mais do que eu gostaria - de maneira nenhuma posso dizer que me livrei dele! A diferença em relação ao período pré-BB está em ter muito mais consciência e pesar-me mais o facto de gritar.

Nesta primeira semana de julho eu não gritei a toda a hora, mas, quando gritei, gritei forte e feio. Do género de passar dos zero aos cem em frações de segundo (vá, que exagero, em alguns segundos).

Eu quero melhorar, mesmo, mas acho que os meus filhos têm de ser mais envolvidos no desafio. Eu sei que fui eu que aderi ao BB, mas, a sério, sem a colaboração deles acho que não vou conseguir desenraizar este horrível hábito! E sem falar no Feitiço, que expressa o seu desagrado pelas mais variadas coisas a gritar/guinchar. Os gritos dele não são reprodução do que ele ouve em casa (nem na escola, que ele não anda na escola), pois não são palavras ou frases ditas aos gritos, são simplesmente gritos estridentes que o Feitiço consegue manter por um período de tempo incrível: Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Ainda agora, no bacio há um minuto, o Feitiço está a exercitar as suas poderosas cordas vocais...

domingo, 7 de julho de 2013

Xixi 12 - 2 Feitiço :-(

Ó tempo, anda p'ra frente... [mas só nisto do xixi do Feitiço, que eu não tenho pressa em voltar à Escola!]

Xixi 12 - 2 Feitiço :-(

Ó tempo, anda p'ra frente... [mas só nisto do xixi do Feitiço, que eu não tenho pressa em voltar à Escola!]

Uma ida à Missa sem fralda e sem carrinho

Até ao dia de hoje, ao irmos à Missa, levávamos o Feitiço no carrinho, não por termos uma longa distância a percorrer, mas para controlarmos um pouco (muito!) a movimentação da criança durante a celebração.

No entanto, como o Feitiço está quase a fazer 3 anos e meio, começa a ser altura de largar de vez o carrinho, mesmo que isso nos acarrete mais trabalho.

Por outro lado, e porque o Feitiço raramente verbaliza que tem necessidade de ir à casa-de-banho, costumávamos levá-lo com fralda.

Hoje foi diferente: nem fralda, nem carrinho. Se quiserem saber como correu, continuem a ler...

Boa notícia: não houve xixi no banco, nem no chão da igreja! Mas, para compensar, houve aroma proveniente do fundo das costas. Felizmente, só eu dei conta disso, e aproveitei a deixa para perguntar ao Feitiço se queria ir à casa-de-banho. Ele respondeu que sim, e lá fomos. No sítio legítimo, não libertou mais aroma, mas fez xixi na sanita. O balanço neste campo é, portanto, positivo.

Na outra frente - sem carrinho -, correu tudo muito mal. O Feitiço não parou quieto, do início ao fim da Missa. A parte menos má foi não ter feito muito barulho (não fez mais do que habitualmente, quando ia e ficava no carrinho).

No fim da Missa, imediatamente a seguir a termos passado para o exterior, eu disse baixinho ao Feitiço que ele se tinha portado muito mal. Quase como se fosse uma peça de teatro cómica (?), o Senhor Prior, que certamente não me ouviu a falar com o Feitiço, disse, virando-se para nós:

- Este menino portou-se muito bem!
Eu: Ainda agora eu lhe disse que se portou muito mal!
Prior: Mas houve outro que se portou muito pior!

Realmente, houvera outra ou outras crianças a berrar durante a Missa, por isso compreendo as palavras do Prior, mas, para mim, o ruído das outras crianças "passava-me ao lado" [talvez porque estavam a muitos bancos de distância], ao contrário de toda a agitação do meu próprio filho.

Uma ida à Missa sem fralda e sem carrinho

Até ao dia de hoje, ao irmos à Missa, levávamos o Feitiço no carrinho, não por termos uma longa distância a percorrer, mas para controlarmos um pouco (muito!) a movimentação da criança durante a celebração.

No entanto, como o Feitiço está quase a fazer 3 anos e meio, começa a ser altura de largar de vez o carrinho, mesmo que isso nos acarrete mais trabalho.

Por outro lado, e porque o Feitiço raramente verbaliza que tem necessidade de ir à casa-de-banho, costumávamos levá-lo com fralda.

Hoje foi diferente: nem fralda, nem carrinho. Se quiserem saber como correu, continuem a ler...

Boa notícia: não houve xixi no banco, nem no chão da igreja! Mas, para compensar, houve aroma proveniente do fundo das costas. Felizmente, só eu dei conta disso, e aproveitei a deixa para perguntar ao Feitiço se queria ir à casa-de-banho. Ele respondeu que sim, e lá fomos. No sítio legítimo, não libertou mais aroma, mas fez xixi na sanita. O balanço neste campo é, portanto, positivo.

Na outra frente - sem carrinho -, correu tudo muito mal. O Feitiço não parou quieto, do início ao fim da Missa. A parte menos má foi não ter feito muito barulho (não fez mais do que habitualmente, quando ia e ficava no carrinho).

No fim da Missa, imediatamente a seguir a termos passado para o exterior, eu disse baixinho ao Feitiço que ele se tinha portado muito mal. Quase como se fosse uma peça de teatro cómica (?), o Senhor Prior, que certamente não me ouviu a falar com o Feitiço, disse, virando-se para nós:

- Este menino portou-se muito bem!
Eu: Ainda agora eu lhe disse que se portou muito mal!
Prior: Mas houve outro que se portou muito pior!

Realmente, houvera outra ou outras crianças a berrar durante a Missa, por isso compreendo as palavras do Prior, mas, para mim, o ruído das outras crianças "passava-me ao lado" [talvez porque estavam a muitos bancos de distância], ao contrário de toda a agitação do meu próprio filho.

sábado, 6 de julho de 2013

A horta do Rogério

Já não me lembro bem da conversa, mas, a certa altura, diz a Vassoura:

- O papá está sempre muito ocupado, lá na horta.

[O Rogério joga Farmville 2...]

A horta do Rogério

Já não me lembro bem da conversa, mas, a certa altura, diz a Vassoura:

- O papá está sempre muito ocupado, lá na horta.

[O Rogério joga Farmville 2...]

Xixi 11 - 2 Feitiço

O xixi voltou a atacar em força. O Feitiço não conseguiu vencer a batalha de hoje... mas a vitória final será dele, mais tarde ou mais cedo!

Xixi 11 - 2 Feitiço

O xixi voltou a atacar em força. O Feitiço não conseguiu vencer a batalha de hoje... mas a vitória final será dele, mais tarde ou mais cedo!

Mais uma construção do Feitiço

Entre as últimas construções do Feitiço, esta destacou-se por um pormenor que eu considerei bastante cómico. Vamos lá a ver se alguém descobre qual, dos quatro pormenores apresentados (as fotografias são 6), foi the special one.

Vista de cima
Vista de frente
Pormenor 1
Pormenor 2
Pormenor 3
Pormenor 4
Pormenor 1: O gato a dormir com manta.
Pormenor 2: A sanita no baloiço.
Pormenor 3: Uma das portas do rés-do-chão tapada com "tijolos".
Pormenor 4: A porta do sótão tapada com tijolos.

Quem adivinha qual o pormenor que me fez sorrir?

Mais uma construção do Feitiço

Entre as últimas construções do Feitiço, esta destacou-se por um pormenor que eu considerei bastante cómico. Vamos lá a ver se alguém descobre qual, dos quatro pormenores apresentados (as fotografias são 6), foi the special one.

Vista de cima
Vista de frente
Pormenor 1
Pormenor 2
Pormenor 3
Pormenor 4
Pormenor 1: O gato a dormir com manta.
Pormenor 2: A sanita no baloiço.
Pormenor 3: Uma das portas do rés-do-chão tapada com "tijolos".
Pormenor 4: A porta do sótão tapada com tijolos.

Quem adivinha qual o pormenor que me fez sorrir?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Xixi 10 - 2 Feitiço

:-(

Xixi 10 - 2 Feitiço

:-(

Prémios feitos!

Antes do almoço terminei os (modestos) prémios para as três vencedoras do desafio "Mário do Pombi". Como são em Jumpingclay, têm de secar totalmente antes de os embalar, por isso só para a semana os enviarei pelo Correio.

Por falar em correio, ainda me falta receber a morada da Cris... Não sei se ela já sabe que foi a primeira a acertar na resposta! Sem morada, não posso enviar o prémio (modesto, repito)!

P.S. - Não coloco neste post fotografias dos prémios para não estragar o efeito surpresa de quem os vai receber.

Prémios feitos!

Antes do almoço terminei os (modestos) prémios para as três vencedoras do desafio "Mário do Pombi". Como são em Jumpingclay, têm de secar totalmente antes de os embalar, por isso só para a semana os enviarei pelo Correio.

Por falar em correio, ainda me falta receber a morada da Cris... Não sei se ela já sabe que foi a primeira a acertar na resposta! Sem morada, não posso enviar o prémio (modesto, repito)!

P.S. - Não coloco neste post fotografias dos prémios para não estragar o efeito surpresa de quem os vai receber.

Uma segunda identidade alternativa

Esta manhã, não acordei com o Feitiço, mas quando ele acordou, chamou-me assim:

- Mamã-ã-ã! Mãe Ptenodonte!...

Não foi a primeira vez que me chamou assim. Eu já estou habituada. Como quem me segue há mais tempo sabe ou desconfia (devido a estes posts todos: , , e ), o Feitiço adora "O Comboio dos Dinossauros". Então, diz muitas vezes que é o Dudu (que é um T-Rex adotado pela família Pteranodonte), não porque seja adotado (o que ele, Feitiço, não é, e nem sequer sabe o que quer dizer), mas porque é, basicamente, a personagem principal. E criança de três anos que se preze está, na sua visão, no centro de tudo!

Pela mesma lógica, eu sou a mãe, a Srª Pteranodonte, o pai é o Sr. Pteranodonte, as irmãs são a Tota  e a Tita (a Vassoura e a Varinha, respetivamente) e o Titão, à falta de outro irmão de carne e osso, é o melhor amigo do Feitiço, o Boneco Cor-de-Rosa.

Voltando ao episódio desta manhã, na altura fiquei a pensar que, se criasse agora um blogue, provavelmente os nossos alter-egos seriam diferentes dos que escolhi - seriam estes que contei ainda agora. E o blogue poderia chamar-se: "Todos a bordo!" (alusão ao chamamento que a personagem "Revisor" faz, antes do comboio sair da estação) ou "O Blogue dos Dinossauros" (alusão óbvia ao título dos desenhos animados, na versão blogue).

Mas tudo isto são hipóteses (muito) remotas. Eu gosto de ser a Bruxa Mimi e o título do blogue é "a minha cara" (perguntem à minha mãe e ela confirmar-vos-á que é verdade).

Uma segunda identidade alternativa

Esta manhã, não acordei com o Feitiço, mas quando ele acordou, chamou-me assim:

- Mamã-ã-ã! Mãe Ptenodonte!...

Não foi a primeira vez que me chamou assim. Eu já estou habituada. Como quem me segue há mais tempo sabe ou desconfia (devido a estes posts todos: , , e ), o Feitiço adora "O Comboio dos Dinossauros". Então, diz muitas vezes que é o Dudu (que é um T-Rex adotado pela família Pteranodonte), não porque seja adotado (o que ele, Feitiço, não é, e nem sequer sabe o que quer dizer), mas porque é, basicamente, a personagem principal. E criança de três anos que se preze está, na sua visão, no centro de tudo!

Pela mesma lógica, eu sou a mãe, a Srª Pteranodonte, o pai é o Sr. Pteranodonte, as irmãs são a Tota  e a Tita (a Vassoura e a Varinha, respetivamente) e o Titão, à falta de outro irmão de carne e osso, é o melhor amigo do Feitiço, o Boneco Cor-de-Rosa.

Voltando ao episódio desta manhã, na altura fiquei a pensar que, se criasse agora um blogue, provavelmente os nossos alter-egos seriam diferentes dos que escolhi - seriam estes que contei ainda agora. E o blogue poderia chamar-se: "Todos a bordo!" (alusão ao chamamento que a personagem "Revisor" faz, antes do comboio sair da estação) ou "O Blogue dos Dinossauros" (alusão óbvia ao título dos desenhos animados, na versão blogue).

Mas tudo isto são hipóteses (muito) remotas. Eu gosto de ser a Bruxa Mimi e o título do blogue é "a minha cara" (perguntem à minha mãe e ela confirmar-vos-á que é verdade).